13 de mar de 2012

Homofobia ou Evangelicofobia?

Neste país, todos os seguimentos da sociedade se dizem vítimas de preconceito e discriminação. Outro dia ouvia uma certa dupla sertaneja se dizer vítima de preconceito, pois se sentiam hostilizados em relação ao seu estilo de música. O pessoal do funk faz o mesmo discurso. E o que dizer dos negros? As organizações que defendem os direitos dos afro descendentes dizem que nossa nação ainda está no processo de conquistas dos tais direitos. Várias classes de trabalhadores gritam aos quatro cantos do mundo o mesmo bordão: "preconceito, discriminação". O movimento feminista tem sua representação na política. Este seguimento, por exemplo, decidiu resolver o problema do preconceito e da discriminação arrogando para si o chamado "direito de igualdade", seu opressor não tem nome, mas chamam-no de "sociedade machista". Para as feministas, o crime de "machismo" é cometido também pelas que fazem parte do time do "sexo frágil" (ops, esta é outra expressão inadmissível no meio), aquelas que pensam como esta sociedade!
Nunca porém, a questão do preconceito e da discriminação ganhou tanto espaço na mídia e na internet, bem como em encontros, debates, etc, como agora. A discussão é alavancada pelos movimentos de orientação gay. Com o famigerado discurso da homofobia, ganharam a atenção do país e pretendem convencer a nação de que são vítimas rebatendo-se num calabouço de ódio, preconceito e discriminação, ansiosos para garantir seus direitos, direitos que já lhe são assegurados pela Carta Magna deste país, independente do chamam de "orientação sexual".
A tal PL 122, aclamada por eles e questionada por quem tem o direito de faze-lo, ainda não estar em vigor, mas estamos assistindo de camarote, a ditadura gay praticar, principalmente contra os cristãos, a mesma discriminação e preconceito de que se dizem ser vítimas. Depois de tentarem proibir símbolos religiosos em tribunais gaúchos, agora é a vez de atacarem os serviços de capelania hospitalar feitos por evangélicos. Não, não importa quão salutar tenha sido o tal serviço, não importa a multidão de almas consoladas, abraçadas e restauradas. Para eles, o importante é a guerra insana contra quem pensa diferente em relação ao homossexualismo. Todos nós, principalmente cristãos, temos que pensar igualzinho a eles, caso contrário, uma mobilização nacional com apelos emocionais em nome da chamada e fantasiosa homofobia, é alavancada em nome do direito que só pertence a eles.
Segundo uma postagem do Pr. Josué Lima em Genizah, "o trabalho dos evangélicos nos hospitais está correndo o risco de ser interrompido..." e que "com um tradicional trabalho de mais de trinta anos, e atuante em mais de 200 hospitais brasileiros, a Associação de Capelania Evangélica Hospitalar, numa tentativa de defender seu trabalho e também de alertar a igreja brasileira sobre sua situação, lançou uma nota em seu site convocando todos para um abaixo assinado virtual, como apoio à instituição".
Todos os seguimentos da sociedade, ao se sentirem prejudicados em relação aos seus direitos, devem lutar democraticamente para que os mesmos lhes sejam assegurados. Agora, tolhir os dos outros para garantir os seus, é instalar um estado ditador e déspota, é rasgar a Carta Magna, é se auto proclamar senhores dos que pensam diferente!
Pensemos nisto, lembremos que este ano, especialmente, podemos fazer parte deste processo de fazer valer a Constituição Federal, elegendo quem tem compromisso com a verdade e com o direito de igualdade de cada cidadão deste país, independente de cor, raça, religião, filosofia, orientação sexual, etc. "Todos são iguais perante a lei"! Não podemos aceitar que nossos direitos e liberdade de expressão sejam tolhidos por quaisquer seguimento desta sociedade. 

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