19 de fev de 2013

Pra Pensar!

Pensando nesta Teologia barata da Prosperidade e no tipo de pregação que tenho ouvido em nossos púlpitos. Pensando em como comprometemos a essência do Evangelho com essa baboseira, com esse Evangelho das Facilidades, do Sucesso a qualquer preço. Pensando nessas mensagens emocionalistas que meus irmãozinhos em Cristo amam, choram, pedem bis, aplaudem, se arrepiam. Pensando neste caos todo, neste estado de pecado, de contaminação, de perversão e de apostasia gritante, passei a pensar também no que Cristo esperava de nós depois de todo sacrifício feito por Ele e por aqueles que também pagaram com a vida para viver o estilo de vida que o Evangelho propõe.
Vejamos bem. Deus cria um plano, nos elege antes mesmo da fundação do mundo (Ef. 1:4; 1 Pe. 1:20), depois envia seu único Filho (João 3:16) que morre, sente o peso dos nossos pecados, condenado injustamente, o justo pelos injustos (1 Pe. 3:18); Jesus ressuscita, ordena que se pregue esta Palavra a todas as nações; seus discípulos sofrem escárnios, torturas, vitupério, toda sorte de espoliação, enfim, morrem nas arenas. São privados de todo conforto, privados de seus direitos como cidadãos só para defenderem o Evangelho, a fé e não abrir mão da genuína Palavra de Deus!
Depois, todo este preço pago é reputado como um nada na mente dos ignorantes gospeis, que só pensam em reconhecimento, em "restituição", em receber "cem vezes mais", em "ano profético", em "unção nova", e toda espécie de lixo tirado da imaginação americana que forjou uma teologia interesseira e carnal.
O que mais me revolta, sim, me revolta, é que uma corja de pregadores, dentro de nossa denominação enriquece, viram milionários, em nome desse "evangelhozinho" barato que massageia o ego, mas empobrece a alma e deixa vazia a mente que deveria ser de Cristo! Me revolta ainda é ver nossos pastores, líderes de grandes igrejas e convenções patrocinar essa gente carnal que mercadeja o Evangelho, que discursam um sermão rico de retórica e eloquência, mas pobre de Bíblia e da verdadeira graça de Deus!
Desvalorizamos, pisamos, cuspimos, traímos o Evangelho e sua mensagem. Temos sido infiéis a esta Palavra quando sorrimos para tudo isto e não fazemos nada. E porque faríamos? Afinal, gostamos! É muito melhor do que o evangelho da renúncia e do desapego às coisas materiais!

18 de fev de 2013

Quem Pode Compartilhar da Minha Visão

Recentemente disse a uma amiga que está no campo missionário que ter uma visão ou uma revelação de Deus nem sempre é o suficiente, é necessário saber com quem compartilhá-la. Quem pode ser nosso parceiro no grande projeto que Deus pôs em nosso coração? Muitos missionários se frustram porque acham que sozinhos são suficientes. Basta ter uma revelação e pronto, pode começar a trabalhar. Nem sempre é assim. Tenho visto alguns saírem de nossa cidade, de nosso estado e até de nosso país, com uma visão, uma revelação e vontade imensa de fazer acontecer, todavia, uma vez em campo, descobrem por exemplo, que a autoridade espiritual com quem deseja trabalhar não tem a mesma visão.
Imagine alguém saindo do Brasil para trabalhar com uma igreja ou pastor que não tem a mesma visão que lhe foi revelada! Quão frustrante não será esse empreendimento!Parceiros de visão são necessários. Assim como recebemos a visão ou revelação de Deus, precisamos também que Ele nos mostre com quem compartilhá-la. Quem pode ser nosso parceiro. Quem compreenderá os riscos e as implicações deste projeto! Quem ficará conosco nas horas difíceis e quem não se constituirá em empecilhos em momentos importantes. Quem não nos abandonará quando mais precisarmos!
O Apóstolo Paulo soube compartilhar sua visão com amigos e irmãos. Trabalhou e sofreu com eles, embora alguns o tenham abandonado. No entanto, Paulo sempre soube levar avante grandes projetos em parceria de gente como Silas, Timóteo, Tito, Priscila, Aquila e tantos outros. Paulo gostava de se acercar de gente que pensava como ele em relação ao Reino de Deus (2 Tm. 4:11) e que eram úteis para a visão de Deus em sua vida.
Em Filipenses 2:19 e 20, Paulo diz que Timóteo possuía o mesmo sentimento que ele no que dizia respeito ao cuidado pelo rebanho. Já no versículo 21 Paulo destaca o tempo que seu parceiro viveu com ele e como o serviu. Timóteo era um parceiro de Paulo e de sua visão.
Portanto, o que pretendo dizer é que, não basta uma visão. Não podemos incorrer no sério risco de sair de uma cidade, estado ou país, sem saber onde por esta visão em prática e com quem iremos contar! Talvez você me diga: "mas Pastor, se Deus mandou ir, Ele levantará tais parceiros!" Você está certíssimo, entretanto, seremos nós que teremos que identificá-los, sob a orientação do Espírito Santo! Quero dizer que não podemos sair fazendo aliança com o primeiro que aparece em nossa frente com boas intenções! Que não devemos nos empolgar com grandes estruturas colocadas à nossa disposição. Algumas vezes, os interesses envolvidos nessas parcerias podem não ser espirituais!
Tenho acompanhado trabalhos sérios de missionários que se constituíram em mão de obra gratuita. Pastores que arregimentam "mão de obra escrava" pagas por outros ministérios e, quando o projeto do missionário precisa tomar uma dimensão que vai de encontro com os costumes e os interesses daquele pastor ou daquela instituição, o missionário se frustra e o projeto fica paralisado!
Aconselho a quem tem uma visão, um projeto, uma revelação divina para qualquer lugar, que comece a orar para que Deus coloque em teu caminho pessoas certas, que entendam o que Deus quer fazer através de você. Gente que tenha compromisso com o Reino de Deus e não apenas com estruturas religiosas e eclesiásticas.
Lembro-me que quando era missionário no interior da Bahia, alguns pastores queriam me impedir, por exemplo, de deixar crianças com brincos e maquiagem cantarem num grupo vocal. Eram crianças que eu e minha adorável esposa tínhamos ganhado para Jesus e eles queriam que disséssemos para elas que primeiro deveriam tirar a maquiagem e os adereços. Outros tentaram me impedir de distribuir cestas básicas para a comunidade carente, pois achavam que para ganhar as vidas teríamos apenas, que pregar a Palavra de Deus. Certa vez um outro disse-me que alugaria o pequeno templo onde nos reuníamos com os poucos irmãos, para o funcionamento de uma escola da prefeitura. Nosso sofrimento nesta época foi grande. Foi triste ver o prédio da humilde igrejinha depredado pelos alunos daquela instituição!
Estávamos compartilhando nosso ministério e nossa visão com pessoas erradas! Prometi a mim mesmo que jamais me submeteria aos caprichos de gente que não tem a visão do Reino de Deus! Tínhamos um bom projeto, ânimo e coragem para evangelizar naquela esquecida comunidade do sertão baiano, todavia, tínhamos também, os parceiros errados.
Muita lágrima, sofrimento e aborrecimentos poderiam ser evitados se tivesse ido ao campo missionário com a visão do projeto e a revelação de Deus sobre nossos parceiros!
Tínhamos a Escola Bíblica Móvel, projeto que visava levar as lições da Escola Bíblica para crianças de comunidades distantes do povoados, como fazendas, arraiais, etc. Tínhamos também o Encontro de Mulheres. Minha esposa visitava mulheres não evangélicas e marcava com elas um chá com suas amigas, oportunidade em que compartilhava o amor de Deus. Ganhamos muitas vidas assim!
Mas tínhamos um problema: parceiros errados. O parceiro pode não concordar com alguns detalhes de tua visão, ele pode discutir com você, etc. Todavia, o verdadeiro parceiro, aquele que entende a essência da visão, do projeto, nunca se constituirá em empecilho!
Portanto, ore a Deus e faça como Neemias, revele seu plano na hora certa (Neemias 2:16-18). Tenha gente cujo coração esteja inclinado a trabalhar com você (Neemias 4:6). Monte parcerias que estejam prontas a defender o teu projeto (Neemias 4:16).
Que o Senhor seja contigo...

Paulo era assim...

Paulo é um idealizador. Mesmo antes de se converter a Cristo, a quem antes combatia, Paulo já era convicto de suas crenças e as defendia ardorosamente. Sujeito radical quando se tratava de sua fé, entregava-se àquilo que acreditava e não tinha medo de fazê-lo publicamente. Ia até às últimas consequências para defender seu ponto de vista sempre embasado no que ele acreditava ser a verdade.
Uma vez convertido ao Evangelho, Paulo refez seus conceitos, rearrumou suas ideologias e encontrou em Cristo o sentido da vida e a razão de seus esforços, trabalhos e discursos. Por esta causa, estava pronto a dar a própria vida, pronto a defendê-la diante de qualquer autoridade e confrontar quem se opusesse à verdade uma vez encontrada no Messias. 
Não tinha medo de perder supostos amigos, pois tinha um alto compromisso com a verdade bíblica e tudo que fugisse disso, era, para ele, o mesmo que comprometer a pregação do Evangelho e o discurso de moral e ética defendidos pela fé cristã. 
O conceito de ministério para Paulo tinha uma relação profunda com o serviço e o martírio. Para ele, ser ministro do Evangelho,  era ser escravo de Cristo e fiel servidor dos seus mistérios! Paulo não conhecia outra forma de servir como fiel pastor do rebanho lhe fora confiado por Cristo. Não pregava o Evangelho por dinheiro, pregava para ser fiel à obrigação que lhe pesava sobre os ombros. Ele via a pregação do evangelho como uma forma de obediência Àquele que lhe resgatou de sua ignorância e, portanto, não seria digno de quaisquer recompensas, embora acreditasse que o trabalhador seja digno de seu salário. 
Paulo não disputava espaço com ninguém, gostava de anunciar Cristo onde ainda Ele não tivesse sido anunciado. Não queria montar império ministerial, queria apenas que, quem não tivesse ouvido Cristo, tivesse tal oportunidade. 
Uma vez formada a igreja, tinha cuidado em ferramentá-la com a sã doutrina, dando-lhe todas as condições de defender-se dos hereges e das ciladas do diabo. Sabia identificar talentos e, quando conseguia, orientava e dava ao candidato ao ministério as devidas orientações, fazendo-o entender que o obreiro deve ter como prioridade a pregação do Evangelho, dentro e fora de tempo e que deve manter-se irrepreensível, controlado, amigo dos homens, mas não de seus pecados, apto para ensinar e corrigir com amor e ao mesmo tempo, com a severidade exigida pela santidade de Deus.
Paulo confrontava seus próprios amigos, sabia discutir no campo das idéias e, ao mesmo tempo, continuar amando e respeitando, reconhecendo a utilidade de cada um no Reino de Deus.
Além disso, Paulo tinha convicção de quem era e não abria mão disso. Não permitia que ninguém lhe diminuísse, pois sabia o valor de sua chamada e de seu trabalho no Evangelho. Isto não se constituía em arrogância, mas em profundas convicções. 
Todavia, mesmo que pareça paradoxal, Paulo sabia se diminuir diante da grandeza dos mistérios de Cristo, e da igreja, a quem servia, tendo Cristo como Sumo Sacerdote. Os opositores de Paulo encontravam dificuldades para minar onde ele já tinha pregado o Evangelho, pois  costumava vacinar seu rebanho com a doutrina e sempre constituía sobre o rebanho bispos aptos para ensinar. No entanto, toda vez que uma heresia era disseminada entre seus filhos na fé, Paulo imediatamente punha-se a argumentar e refutar com autoridade quem se opusesse aos santos fundamentos do Evangelho da Graça.
Paulo era assim. Sabia lidar com o muito e o pouco, com os amigos e inimigos, com as oportunidades e falta a delas. 
No final da vida, não lamentou nem chorou para viver mais. Disse apenas: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." 2 Tm. 4:7
E ficou seu legado. Paulo foi assim, Paulo é assim. Seus ensinos se perpetuam como a Palavra de Deus para nós, tamanha a importância de sua vida, sua fé, seus escritos. Escritos inspirados pelo Espírito Santo e que serve de modelo para a igreja em qualquer era.

16 de fev de 2013

As Bizarrices Evangélicas

A nação evangélica brasileira tem digerido toda sorte de imbecilidade e de heresia, principalmente aquelas que se propagam pela internet. Nós líderes e todos aqueles que tem compromisso com a Palavra de Deus deveriam se manifestar frontalmente a este festival de bizarrices em nome da fé evangélica, pior, em nome de Jesus. Qualquer pessoa com bom senso e inteligência, entende que o que vem se fazendo em nosso meio  chega à insanidade ou ao ridículo! Hoje não quero escrever, apenas mostrar o que revolta o coração dos que temem a Deus e sua Palavra:


Enquanto em muitos países milhares de cristãos sofrem por não possuírem a Bíblia e outros choram para conseguir pelo menos uma página das Sagradas Escrituras, esses imbecis gospeis fazem este tipo idiota de apresentação!!! 








15 de fev de 2013

Chegada da Missionária Iraildes do Haiti é Adiada


Desde o segundo semestre de 2012 que a Miss. Iraildes compartilhou com a Semadesal, o seu plano de retornar do campo missionário no Haiti, onde dirige uma igreja e quatro escolas do ensino fundamental. O seu plano seria passar um tempo no Brasil e desenvolver um projeto a nível nacional envolvendo um livro que pretende escrever. Para isso, a missionária passou um tempo treinando obreiros e deixará a responsabilidade do ministério com obreiros haitianos. Sua chegada a Salvador estava prevista para amanhã, dia 16/02, sexta-feira, às 15:30h., no Aeroporto Internacional Luis Eduardo Magalhães; todavia, um imprevisto ocorrido com novas exigências do governo haitiano para estrangeiros que saem do país, impossibilitou a missionária de embarcar no vôo que sairia hoje da capital Porto Príncipe. A Copa Airlines, companhia aérea que faz o trecho Haiti x Brasil, só pôde remarcar as passagens da Missionária Iraildes e seu esposo, Missionário Lucson, para o dia 04 de março próximo. Ambos tiveram que retornar a Jacmel e aguardam a solução do problema e oportunidade de voltar para o Brasil. 
Solicitamos as orações em favor do casal. Eles provavelmente ficarão esses dias de favor na casa de alguém, já que a casa onde moravam já tinha sido entregue ao proprietário.

11 de fev de 2013

O Anúncio Que Surpreendeu


Até agora, a mídia televisa divide sua atenção com a maior festa do planeta, o carnaval, e o anúncio mais comentado em todas as mídias: aquele que fez o próprio Papa Bento XVI. O chamado santo padre pelos católicos e o líder religioso mais respeitado do mundo, parece ter tido uma crise de consciência no alto dos seus 86 anos e renunciou nesta manhã o papado. Um trecho de seu discurso me chamou a atenção e considero algumas lições que devemos levar em conta:

"...Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado."

Primeiro: o Papa observa o contexto em que se encontra inserido: "...no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé..." Ele faz uma avaliação do exercício de seu ministério neste contexto e encontra incompatibilidade. Observa que seu vigor físico, que por sua vez interfere no espiritual, pode comprometer sua missão como aquele que, conforme sua crença, é o Sucessor de São Pedro e, consequentemente, o impossibilitará de atender às demandas de  um mundo "sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé..." 

Segundo: O "santo padre" reconhece sua incapacidade diante de suas fraquezas físicas as quais causam  suas limitações diplomáticas. Parece que o padre alemão não quer causar os mesmos transtornos que o seu antecessor e assim quebra um protocolo somente quebrado em 1415 pelo Papa Gregório. 
Com isto, ele evitará que o mundo, especialmente os católicos, chorem a morte de seu líder e facilitará o processo diplomático do Vaticano. A mais de 500 anos essa atitude é inédita e, embora eu acredite que deva ter algo a mais por trás desta renúncia, o Papa Bento XVI deu, de certa forma, uma prova de humildade e de senso crítico.
Enfim, eu quero ter a mesma atitude quando minhas limitações físicas interferirem em meu ministério. Espero também que muitos dos nossos pastores que se impõem ao pastorado, fazendo sofrer o rebanho, desgastando sua própria imagem e causando transtornos e dores à família, tomem o exemplo do líder católico.

1 de fev de 2013

O Desespero dos que Não Tem Nada a Dizer


Deixei de postar artigos ou matérias relacionadas à CEADEB e, até mesmo CONFRAMADEB, por que cheguei à conclusão que o pessoal que segue cegamente a estas instituições, não tem condições de debater, discutir no campo das idéias. Brincam com a Bíblia e tomam seus sagrados textos para embasarem discursos maldosos que sempre condena quem pensa diferente. Eles odeiam o pensamento independente. Eles não se emancipam nunca, são sempre sujeitos ao pensamento de um sistema que esperneia em sua loucura e em sua sede de poder.
É o caso do blog do senhor Samuel Junior. Tomei a ousadia de citar seu nome aqui, pois ele usou o meu nome em uma postagem para divulgar uma tosca resposta a um comentário meu em seu blog. O desespero foi tão grande que uma postagem foi feita para responder ao meu interrogante comentário que, claro, em muito se distancia daqueles que ele posta, já que o senhor Samuel só posta comentários elogiosos. Para um comentário como o meu, só mesmo em postagem, porque a intenção não é responder, como fazem os blogueiros que se prezam, mas expor e, tolamente, expor também a alma por trás da página virtual.
Para a postagem "Escola Bíblica em João Pessoa", no Blog do senhor citado acima, postei o seguinte comentário, fruto do que penso e no uso do meu direito de pensar diferente e mais, sem ofensas ou xingamentos: 

"O Pastor José Wellington deu uma "poderosa palavra"? Interessante. Até antes de sua "reconciliação" política com o Presidente da CEADEB, foi dito várias vezes neste blog, que ele apoiava rebeldes e teria recebido na CGADB uma Convenção de rebeldes. Agora ele é homem de uma "poderosa palavra"? Como mudam rapidinho de opinião, principalmente depois de reconciliações políticas convenientes para se ganhar uma eleição. Sei que não publicará minha opinião, mas fica o registro com todo respeito."

Sinceramente, eu já sabia que, ou meu comentário jamais seria publicado, como os anteriores, ou o seria da forma mais nefasta, bem peculiar ao blogueiro em questão.
Todavia, o tal blogueiro só confirmou o que tinha dito: uma relação política, não fraternal, é o que está por trás do teatro protagonizado pelos presidentes citados em meu comentário. Para o senhor Samuel Junior o elogio foi só para "reconhecer o Poder da Palavra de Deus" e por entender que "o Pr. José Wellington, queira alguns ou não, é um líder nacional". Só que este reconhecimento só vem agora! 
Bem, não perderei meu tempo tentando mostrar à nada ilustre pessoa que escreve o blog laranja da CEADEB, quem eu sou. Isto seria descer ao nível medíocre daqueles que não tem opinião própria e que só legisla embasado nas conversinhas secretas que ouve pelo lado de fora da porta do Gabinete Presidencial de sua Convenção no exercício de sua função de porteiro.
Apesar das insinuações covardes à minha pessoa e de se colocar acima da razão e dono do céu, sim, pois quem pensa diferente deste cidadão leva a alcunha de "agentes do mal, semeadores de contendas, inimigos do bem, espíritos enganadores, doutrinas de demônios, hipócritas que falam mentiras, com a própria consciência cauterizada." Sim senhor, todos estão condenados na mente mesquinha dos que não suportam ouvir o outro.
Só quem tem o nível de inteligencia deste blogueiro não percebeu que, tolamente, só fez embasar o comentário que fiz sem em nenhum momento destratá-lo. A incapacidade de argumentar é gritante. Além de só servir para confirmar meu comentário, faz uso descontextualizado de textos sagrados e num desespero doentio, tenta questionar meu pastorado e manter a pose de amigo do Presidente da Adesal ao mesmo tempo que o condena e o expõe em seu fragilizado argumento. É o desespero dos que não tem nada a dizer.
Não, não pagarei com a mesma moeda. Não, este senhor, não está como eu na contra-mão da suposta vontade de Deus. Porque a vontade de Deus que eles conhecem é a dos números desgraçados de votos numa Convenção, numa associação de pastores que invade templos e contamina a igreja com ódio e ressentimentos. Sim, senhor, estou nesta contra-mão. Estou na contra mão desta pseudo vontade de Deus.  
Não questiono se o tal blogueiro é de Deus ou não, não sou Juiz. Não desejo a ele nenhum mal, apesar de não concordar com sua postura. Não o classifico como um agente do mal, em hipótese alguma. Oro por ele, mas deixo aqui minha opinião de que: QUEM NÃO TEM NADA A DIZER, FAZ COMO ELE: SAI CONDENANDO E DISTRIBUINDO ADJETIVOS. É O DESESPERO DOS QUE NÃO SABEM ARGUMENTAR.