19 de abr de 2013

Vitória na CGADB?

Comentei no Blog do amigo Luiz Leandro e posto aqui. 

Espero que esta gestão da CGADB tenha sucesso e, de alguma forma, desfrute da benção de Deus. Todavia, quero fazer algumas observações:
1. A alternância de poder é a base de qualquer regime democrático. O que vemos em nossa Convenção Geral, ao meu ver, beira ao exemplo de regimes totalitaristas onde uma figura política impõe-se ao poder por anos;
2. É, no mínimo, indecente, a prática de, às vésperas das eleições, indicar a cargos de Conselhos importantes, Presidentes e outros ministros de Convenções cujo número de filiados ou afiliados podem influenciar nos resultados eletivos;
3. Preocupa-me o fato de ministros receberem, dos candidatos a Presidente, passagens e hospedagens gratuitas para irem à Assembléia Geral votar, num ato descarado de compra de votos, o que, no processo eletivo secular, é visto como crime eleitoral;
4. Preocupa-me o fato de ver ministros se venderem por míseras passagens e hospedagens. Não sei de que eles são ministros! Sem falar dos galpões montados e financiados por candidatos no local das eleições, para seus "eleitores". É de dar nojo!
5. Como uma instituição como a CGADB, durante anos, elegeu seu presidente, sem a maioria dos ministros de todo o Brasil presente?
6. Como considerar legal uma eleição, onde seu processo acontece num estado da federação, obrigando a presença dos eleitores no local escolhido, enquanto milhares de outros não podem ter acesso ao local de votação?
7. Como este resultado pode ser chamado de vontade da maioria?
8. O Brasil tem a maior tecnologia de processo eletivo do mundo, sem falar que existem processos eletivos pela internet seguros e que podem ser estudados como possíveis para as eleições da CGADB.

Bem, esta suposta vitória, diante dos problemas de corrupção e comportamentos antiéticos vistos a olhos nus neste processo, não pode ser considerada a vitória do Reino de Deus, nem da Igreja de Cristo ou das Assembléias de Deus, muito menos dos ministros do Evangelho, não é a minha vitória, não me sinto representado por nenhum dos candidatos.

6 de abr de 2013

Daniela Mercury: Entre a Insanidade e o Oportunismo!

Uma das coisas que mais me chamam a atenção nas ditas celebridades é que, posam de intelectuais, mas agem como, permitam-me a expressão grotesca, burros, idiotas e marionetazinhas de um sistema medíocre que cerceia a liberdade e tem a pretensa ideia de que são donos das mentes!
São celebridadezinhas como Daniela Mercury, que trafega entre a insanidade de ser instrumento deste sistema perverso e a sagacidade do oportunismo! Essa gente que canta porcaria, canta o popular, mas escuta o clássico, não é digna de confiança! Elas nos oferecem o que não querem e usam o que chamam de coisas de privilegiados. 
Daniela Mercury, ultrapassada por Ivete Sangalo (outra que faz qualquer coisa para aparecer!) e outros novos nomes do axé music, resolveu aparecer para, na verdade, dizer: "Eu estou aqui hein gente, eu existo. Continuem comprando meus cd's!" Mas, para isso, tinha que, marketeiramente, aproveitar o episódio mais badalado na imprensa brasileira: a presença de um cristão na Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Federal dos Deputados e, achou que, para isso, deveria expor sua privacidade (perdoem-me o paradoxalidade). É isso aí, em nome de um "protesto", Mercury resolveu dizer aos fãs, ops, à família brasileira: "eu também sou gay". Por que só agora? Já que é amor, porque manteve-se em sigilo? Estaria Daniela usando seu "amor", só para vender mais?
Pois é, Daniela nada mais é do que mais uma oportunista; como aquela famosa filha de um cantor baiano que fez foto nua para o seu primeiro cd! Não sabíamos sequer de sua existência! Mas a sua nudez, claro, chamou a atenção! Observe, nudez, não talento! Você lembra da voz de Preta Gil? Não. Você lembra da imagem da filha de Gil. 
Daniela usa a mesma arma mesquinha. É um jogo, é marketing. Mas é também o exalar de suas almas, é o espelho que reflete oportunamente a imagem escondida por conveniência.
Mas, como disse, é também a celebridade a serviço do sistema que teima em ditar novas regras, novos conceitos, ainda que para isso tenha que se colocar de frente a todo princípio que norteia a família e a tudo que foi construído nesta nação com a intenção de protegê-la e preservá-la. 
Este sistema aproveita-se da falta de cultura, da falta de capacidade de interpretar, de examinar contextos, de avaliar. Este mesmo sistema tira do contexto declarações e as utiliza como verdade última em favor daquilo que lhe interessa; foi o que fizeram com as declarações de Feliciano. Depois utiliza esta mentira e ela passa a ser verdade para um bando de incapazes, desprovidos de pensamentos emancipados e senso crítico das situações. 
Daniela se deixa ser usada por esta mente burra e injusta produzida propositalmente por uma minoria que tem interesses egoístas e exclusivos. Daniela está entre a insanidade de ser instrumento deste sistema mesquinho e a sagacidade do oportunismo!