8 de fev de 2015

A Estranha Atitude da Ceadeb


Junho de 2010. Ministros da Adesal, Assembleia de Deus em Salvador, resolvem, em reunião com seu Presidente, pedir desligamento da CEADEB (Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Estado da Bahia). Pronto, foi o bastante para se dar início a uma série de invasões de templos, de destituições de lideranças, de discussões em redes sociais, processos na Justiça comum entre outras esquisitices que só lembrar, enoja. Os que resolveram ficar a favor da CEADEB, resolveram também que os que continuaram fiéis à sua Igreja eram REBELDES. Lembro-me que um membro ou congregado, não sei, da Adesal Pernambués, postou no youtube um vídeo tosco, cheio de "argumentos" chulos, que queria a todo custo tentar convencer não sei quem, que a posição deles naquela situação era legitima e bíblica! Eu não sabia se ria ou chorava de uma lástima daquela!
O Presidente da CEADEB ignorou todo tipo de conceito de moral e ética. Veio pessoalmente a Salvador, fez reuniões, promessas, emancipou campos numa afronta ao estatuto da instituição que preside. O Artigo 42, inciso VII, Capítulo  V, que dispõe acerca das Igrejas e entidades filiadas, diz:

"As emancipações das congregações vinculadas à igreja local a ela filiada, deverão obedecer aos seguintes critérios:
I. Obtenção da aprovação da Diretoria e Ministério da Igreja local;
II. Obtenção do aval da Assembleia Geral da Igreja local;"

Que parte deste tão claro artigo o senhor Presidente da CEADEB e os senhores pastores até então, ministros da Adesal não tinham entendido?
Eles rasgaram o estatuto, levados por suas ambições e disputas. Macularam o nome de Jesus e do Evangelho, expuseram suas vergonhas nas redes sociais, gritaram aos quatro ventos que até o Presidente da CGADB de quem se fazem aliados hoje, era rebelde e o chamaram de feiticeiro, por, supostamente, apoiar "rebeldes"!
Eles não estavam nem aí para as consequências dos atos impensados e das insanas incursões contra a Igreja de Salvador. Altas somas foram investidas em processos e outras "coisitas" mais a fim de destituírem o Presidente da Adesal. Não se importaram com a fé das pessoas, as feridas abertas, as famílias separadas, nada. Se sentiam e pousavam como judeus diante dos gentios, eram os filhos da "circuncisão" olhando de cima para baixo para os filhos da "incircuncisão".
Bem, deixem-me parar por aqui com esta narrativa de fatos tão grotescos. O que acontece hoje?
O senhor dono da CEADEB, mentor intelectual do gladiamento, dos processos, e de todo tipo de articulação contra a Igreja de Salvador, agora tem uma resposta pronta para quem lhe pergunta sobre os templos da Adesal que eles tem que devolver, vou escrever em letras garrafais caros leitores: "A CEADEB NÃO TEM NADA HAVER COM ISSO!" Eu pergunto a lá Didi Mocó: "Cuma?" A insanidade neste caso é tamanha que não se consegue nem vislumbrar a culpa!  Não tem nada haver? Bem, esta frase esdrúxula pode ter servido de argumento para o senhor Presidente da CGADB, que até aqui preferiu a omissão, e para Deus? 
Aqui surge algumas perguntinhas básicas: E agora senhores pastores que estão ilegalmente com templos da Adesal, tomados à força, invadidos no silêncio da madrugada, com certas "liminares" ou não, e agora? E agora pastores que estão com os templos da Adesal, onde estão as promessas do chefe da CEADEB? Que líder é esse? Que amigo é esse? Onde está a postura de homem de Deus?
Numa tentativa de entrar em um acordo, o Presidente da CGADB presidiu uma reunião em São Paulo a pedido da CEADEB. Pra encurtar a história: Quando o advogado da Adesal, Dr. Abiezer Apolinário, propôs aos tais pastores, hoje ceadebianos e Presidentes de campos, na pessoa de seu representante presente na reunião, o pedido de perdão e a devolução da autoridade espiritual sobre o rebanho solapado, a resposta foi NÃO.
Pois é, o Presidente da CEADEB não assume os atos e deixam os "pobres" presidentes de campo sozinhos e estes últimos fazem como diz a Bíblia: "endurece a cerviz"!
São as estranhas atitudes da gloriosa CEADEB!

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