24 de abr de 2016

Sucesso Solitário!


A foto acima foi baixada da página do Facebook da Umadsal e foi tirada no dia 21 de abril no templo da Adesal Liberdade, no Simpojovem, um evento que tem como objetivo juntar os jovens de Salvador para um dia de meditação na Escritura, onde se discute temas como: vocação, serviço, ministério, entre outros. Este ano, o tema do Simpojovem foi: "Vocação e Missões Transculturais: Acendendo a Chama Outra Vez" e contou com a preleção dos Pastores Israel Ferreira (Presidente da Adesal), Frank Ribeiro (Psicólogo) e Luaran Lins (Produtor do Filme Renúncia lançado pela CPAD).
O evento foi marcado por muita ministração, louvor, dramatizações, testemunhos, sorteios e muito despertamento espiritual! O Diretor da Umadsal, Pr. Romel Santos, deve realizar também ainda este ano o Simpolíder, um evento da mesma natureza voltado exclusivamente para o líderes de jovens.
Há muito tempo não víamos tantos jovens da Adesal juntos no templo para investir tempo na meditação da Palavra de Deus! O trabalho do Pr. Rômel e dos Coordenadores, Líderes e Gerentes Estratégicos da Umadsal é um esforço que solidifica a fé de nossos jovens ajudando os pastores na tarefa de conduzí-los no caminhos do Senhor! 
Um trabalho que consegue reunir a juventude da igreja em pleno feriado merece nossa atenção e apoio, principalmente porque não se tratava de um entretenimento, um show ou qualquer outro tipo de passatempo, mas de uma reunião estritamente espiritual com muita ministração da Palavra de Deus!
O sucesso, portanto, se tornou solitário por se perceber a ausência dos Pastores e obreiros de Salvador que precisam compreender a importância de suas presenças nesses eventos! Ela é importante para o estado emocional dos organizadores e dos jovens que se sentem alentados com a simples presença de seus líderes espirituais. Parece que muitos ainda não conseguiram dimensionar o impacto no espírito dos liderados quando seus líderes estão com eles.
É preciso entender também que o evento é da igreja e não apenas de um departamento, lá estão os jovens da igreja, ovelhas nossas!
Parabéns à Umadsal e sua Diretoria por oportunizar aos nossos jovens momentos de edificação e despertamento espiritual, num evento bem organizado e alegre.
É claro que poderia ser melhor se fosse feito na Paralela, onde já temos auditório climatizado e estacionamento, enquanto que na Liberdade estacionamento é uma grande dor de cabeça!

13 de abr de 2016

O Missionário e a Relação com a Secretaria de Missões


A muito tempo, ainda na gestão do Pr. Dário Gomes, a Semadesal vem tentando desconstruir um conceito e uma visão equivocada acerca da Secretaria de Missões: a de vê-la como agência pagadora dos que são enviados e nada mais! Este comportamento em relação à Secretaria vem sendo perpetuado por muitos missionários, pastores e membros da igreja. Até mesmo os considerados "mais conceituados" dos missionários, com formação missiológica e treinados em agências demonstram ter esta visão quando escrevem para a Secretaria!
Muitos deles não estão errados. Afinal, não os educamos para pensar diferente. Sim, porque quando eles foram enviados ao campo, nenhuma relação entre a Secretaria e eles foi criada. Eles vieram à Secretaria apenas para fazer um cadastro e inserir seus nomes na lista de recebedores de sustento. 
Então, antes de levarmos a discussão para mais adiante, precisamos elencar os erros cometidos pela igreja na hora de organizar uma Secretaria de Missões e pelos missionários:

Erros Por Parte da Igreja

Primeiro, devemos pensar em quem vai ser responsável pela Secretaria. Qual o perfil do Secretário Executivo de Missões? Qual sua visão de Reino e da obra missionária? Seria bom se levássemos em conta sua relação com a obra missionária. Se ele teve experiência com o campo missionário, é claro que terá mais sensibilidade com missões e com o missionário! É aqui que pode começar uma série de problemas que poderá levar muitas Secretarias a se tornarem apenas pagadoras de salários de missionários e nada mais. Uma Secretaria de Missões não precisa de gerente apenas e muitas igrejas escolhem pastores para gerenciar os processos relativos à obra missionária! 
Então, percebamos: uma vez que o missionário foi enviado, de vez em quando precisará manter contato com a base e quem ele vai procurar? O Secretário de Missões! E se o Secretário for apenas um gerente? Suas angústias, seus problemas, seus desesperos, nunca serão compreendidos e, enquanto ele tiver na sua Secretaria apenas um gerente, ele a verá apenas como sua agência pagadora! 

segundo erro é decorrente do primeiro. Uma vez que se pensou em gerente e não em alguém com sérios compromissos com a causa missionária, esta "Secretaria" será desprovida de planos e projetos em favor do Reino de Deus e do próprio missionário. Se uma Secretaria não tem planos, projetos, gerida por alguém que só aparece no escritório para fazer a contabilidade, contar o dinheiro e fazer os depósitos, ela mesma está se declarando ser uma agente pagadora e só isso! Portanto, quando por qualquer motivo ela falhar em sua tarefa de enviar os valores, ela será rigidamente cobrada tanto pela igreja, como pelos pastores e missionários. 
O segundo erro, portanto, é, não levar a sério a necessidade de se ter um projeto missionário, proveniente de uma visão ou plano revelados por Deus. Quando alguém chega na Secretaria com um plano e percebe que a tal Secretaria já tem o seu plano e que o candidato a missões é que precisa engajar-se no plano que Deus revelou para a Igreja, então, dificilmente, o missionário verá sua Secretaria como agência pagadora!

terceiro erro é não levar em consideração o fato de que o missionário deve ser cuidado pela igreja tanto quanto o seu trabalho. Estou falando do cuidado antes de ser enviado. Muitas Secretarias pecam quando se preocupam com o plano ou projeto e se esquece do próprio missionário. Uma Secretaria que se preocupa com o missionário não o olha apenas como o executor de uma tarefa em algum país ou cidade, o vê como pessoa humana, cheio das mesmas fragilidades de qualquer um e que precisa ser cuidado tanto espiritual quanto, mental, emocional e fisicamente! É aqui que se cria uma relação mais humana entre o missionário e a secretaria. Para tanto, é preciso oferecer ao candidato em missões todas as ferramentas de que precisará para desenvolver seu projeto, treinando-o, oferecendo-lhe formação e capacitação especializada para a missão. Um missionário bem cuidado dificilmente verá sua Secretaria como agencia pagadora. Ele sempre a verá como sua cuidadora.

quarto erro é não acompanhar o missionário no campo. Muitas Secretarias exigem relatórios, mas poucas acompanham seus missionários. O acompanhamento exige investimento, pois o cuidado in loco é preciso. A Secretaria precisa tomar a iniciativa de mandar um e-mail para o missionário, procurar saber como eles está, como está sua família, quais suas necessidades mais urgentes. Uma vez que o missionário se sente cuidado de forma particular e pessoal ele também não terá nenhuma dificuldade em obedecer as orientações e conselhos desta Secretaria. Dessa forma, um vínculo é criado, uma relação de confiança e amor cristão entre Secretaria e Missionário!

Erros dos Missionários

Os erros cometidos pelos missionários neste contexto, são decorrentes, obviamente, dos erros da igreja. Então, temos dois tipos de missionários cometendo os mesmos erros: o missionário que não foi treinado e que, cuja visão de missões se redunda apenas na tarefa de levantar fundos, ir a um campo e "anunciar" o Evangelho, e o missionário treinado (não todos, por favor, me entendam!). Alguns desses missionários treinados tem um olhar de desdém com a igreja local. O fato de acharem que receberam treinamento específico em uma agência de missões e que, portanto, agora, possuem uma visão missionária melhor que sua Secretaria e sua igreja, os fazem se sentir superiores neste aspecto e não se sentem na obrigação de prestar contas; só de cobrar sustento!
Como a Secretaria já cometeu o erro de não acompanhá-lo e deixou que ele se sentisse a vontade apenas para pedir dinheiro, este missionário passa a omitir da Secretaria suas conquistas financeiras. Alguns pensam que ser transparente neste sentido pode fazer com que percam parte ou o valor total do seu sustento! Esquecem que uma Secretaria que honra seus compromissos levará sempre em conta o acordo feito com o missionário antes de sua partida ao campo!
Ao estabelecer uma relação apenas financeira com a Secretaria, o missionário esquece que um dia precisará voltar do campo e que, portanto, não será sempre sustentado por aquela Secretaria. Logo, a relação fraternal vale mais que a relação financeira! 
A falta de acompanhamento e assistência in loco pela Secretaria e/ou Igreja, faz com que o missionário se sinta só e esquecido por suas lideranças. Isso ajuda a aumentar a sensação de independência e a dificuldade de fazer com que aquela relação financeira seja também fraternal e espiritual!


O Pr. Jair, missionário em Guiné Bissau com sua esposa Deny e dois filhos, conta que os missionários brasileiros são os que menos recebem a visita de seus líderes! A Igreja local precisa entender que a visita ao campo faz parte do processo da evangelização das nações. Missionários pastoreados, são missionários sarados emocionalmente e mais preparados para enfrentarem os desafios diários da missão!

Conclusão

Quando a relação financeira se torna mais importante que a relação fraternal e espiritual, ela se torna uma relação carnal e ditada pelos mesmos interesses das relações feitas no mundo. A Secretaria de Missões não pode ser uma agência de pagamento de missionários, ela deve ser o órgão da Igreja a quem foi confiada a tarefa de não apenas sustentar, mas de cuidar, em variados aspectos, do missionário. O missionário que nutre uma relação apenas financeira com a Igreja local, é um missionário materialista e de visão equivocada acerca do Reino e do seu próprio sustento.
É preciso, portanto, que o processo de relacionamento entre missionário e secretaria comece bem antes dele ser enviado. O Pr. Frank Ribeiro que fez do cuidado missionário uma tese de doutorado em Portugal, diz que nos Estados Unidos este processo começa no recrutamento, a primeira fase deste processo relacional. Ele aponta que o treinamento é a próxima fase. É neste período que se cria os vínculos, que se desconstrói os conceitos equivocados no que diz respeito a relação Missionário X Secretaria.

8 de abr de 2016

Coisas Boas e Ruins da 9ª AGO da Conframadeb

O que teve de bom:

1. É fato que a 9ª AGO da Conframadeb foi uma das melhores desde que a instituição foi fundada! Mais organizada, abençoada pelo fato da estrutura do novo templo ter oferecido dois auditórios climatizados e por ter as plenárias da AGO realizadas no auditório do Hotel Mundo Plaza!
2. Os stands foram instalados no galpão onde funcionava o templo e estavam organizados de forma profissional. Vale aqui parabenizar a irmã Clarice Gonçalves, Secretária da Conframadeb e responsável pelos stands.
3. A cozinha, organizada pelo Pr. Ednaldo, Quinto também não ficou atrás, servindo café, almoço e janta de qualidade e na hora certa.
4. Os debates nas plenárias foram de relevante importância. Temas como o divórcio e a ideologia de gênero fizeram parte de uma série de outros debates que levaram à reflexão e discussão.
5. Destaque para o Pr. Marcos Paulo que conseguiu de forma simples e objetiva, esclarecer o que é ideologia de gênero, destacando sociólogos, filósofos e pensadores modernos, possibilitando a abertura do debate!
6. As esposas de ministros também se reuniram sob a liderança da irmã Joilda ferreira e foram ministradas e tiveram oportunidade de se confraternizarem.

O que teve de ruim:

1. Propaganda política a partir da presunção de achar que todos são, ou ingênuos ou burros! Montar um stand e tirar fotos profissionais com o povo e passar a ideia de que aquilo é bom para o desavisado que tirou a foto, é o "fim da picada". É querer fazer todos pensar que aqueles que tiraram a tal foto, apoiam o dito cujo que teve a infeliz ideia! Política se faz num diálogo aberto e inteligente, mostrando planos e projetos para o eleitor! Também não se faz oferecendo serviços sejam médicos ou de outra natureza ou dando ofertas para a construção do templo!

2. Despreparo para o debate nas plenárias. Nem o esclarecedor discurso do Pr. Marcos Paulo, fez com que um certo número de pastores que discorreram depois dele, entendesse em torno de quê estava a discussão. De ideologia de gênero passaram a discutir homossexualidade e esqueceram que, embora uma coisa leve a outra, homossexualidade é uma coisa e ideologia de gênero, outra!
Homossexualidade diz respeito a um comportamento que remonta aos tempos de Sodoma e Gomorra, ideologia de gênero diz respeito a ideia de que os sexos masculino e feminino são construções culturais e sociais, isto é, o sexo de uma criança só é definido a partir da escolha que ela fizer na sua vivência cultural e social, sendo, portanto, a desconstrução dos referenciais éticos e antropológicos da identidade da criança e do adolescente! Portanto, o assunto é mais sério que a questão da homossexualidade!
3. Quando se falou em adimplência com as contribuições para a instituição, alguns quiseram convencer a plenária no grito, outros fizeram propostas absurdas. O Pr. Abiezer propôs a redução de gastos para que se possibilite o funcionamento da máquina. Bem, eu não falei nada, o número de inscritos já estava completo, mas eu diria que além de conter gastos, é preciso que a Conframadeb disponha de mecanismos eficazes de arrecadação e cobrança, o que não acontece hoje. Para isso, é preciso investimento e investimento nunca é feito, porque o confundem com outro tipo de gasto! Então, o resultado é pagar o preço!

Quero, porém, levar na lembrança o que ficou de bom. Algumas pregações, alguns estudos, a organização do espaço e da forma como se montou a estrutura. Os momentos bons com companheiros da capital e do interior e a oportunidade da koinonia.
Que a próxima AGO seja uma benção!

2 de abr de 2016

SENOPE: Seminário Para Novos Pregadores.

10 Dicas Importantes Para Professores da Escola Bíblica Dominical

Vai começar domingo um novo trimestre. Fica aqui algumas dicas para os professores da EBD.
1. Estude o assunto do trimestre, tenha uma visão panorâmica de todas as lições;
2. Para isso, leia os livros relacionados, aqueles que tratam do mesmo assunto e observe os diferentes pensamentos dos autores acerca do mesmo assunto;
3. Dedique um tempo na semana para estudar e orar;
4. Foque seus alunos. Aplique a lição às necessidades de seus alunos. Para isso, você precisa conhecê-los;
5. Chegue antes de seus alunos na EBD e arrume sua sala ou espaço no templo para recebê-los, seja o exemplo;
6. Dinamize sua aula de acordo com a faixa etária. Se for crianças, não esqueça que elas não conseguem prestar atenção em uma coisa por muito tempo. Então, seja objetivo e suscinto e aplique o resto do tempo com dinâmicas, tarefas adequadas e músicas de acordo com o tema da lição;
7. Não esqueça que a EBD é o espaço de ensino da Palavra e não do testemunho de sua vida, portanto, estude e passe a lição com confiança;
8. Não seja exclusivista, mesmo que sua turma não ocupe a nave do templo, reúna-se com a igreja na conclusão da EBD e não despeça seus alunos sem a benção apostólica dada pelo Pastor. Deixe seu aluno entender que ele faz parte de uma Escola da Igreja e não apenas de sua classe;
9. Ao finalizar a exposição da lição, faça um link com a próxima, a fim de que seu aluno tenha interesse em voltar;
10. Trabalhe com o que tem e não esqueça que este é um trabalho também espiritual, portanto, ore e jejue por você mesmo, pelos seus alunos e pela sua EBD.
Grande abraço e ótimo Trimestre!

1 de abr de 2016

Wahtsap Agora é Lugar de Novas Revelações!


Me desculpem, mas eu tenho que voltar ao assunto. Todos nós já sabemos que as redes sociais cumpre um papel fundamental de revelar a verdadeira face das pessoas, consequentemente a mediocridade dos pensamentos, das idéias, a superficialidade intelectual e até espiritual!
O fato de não estar olhando no olho daqueles (s) com quem se deseja comunicar, faz de muita gente verdadeiros detentores da verdade, valentes, "sinceros" e haja sinceridade. Alguns são tão sinceros que, sem querer, terminam se desnudando diante de todos e mostrando aquela face que fica oculta nos relacionamentos reais!
Mas estou falando isso só para mostrar a contribuição que as redes sociais tem nos dado neste sentido. Para se ter uma idéia, muitas empresas avaliam os candidatos a cargos em suas organizações a partir dos seus perfis nas redes sociais. O que postam, o que curtem e compartilham são elementos importantes para se avaliar o tipo de pessoa que se vai contratar!
O que eu quero falar mesmo é de um novo comportamento por parte dos crentes que copiam o modelo wahtsapiano de divulgar informações falsas e de fontes duvidosas! Vocês sabem que a gente recebe informações falsas aos montes todos os dias em nossos grupos e de amigos no wahtsap. Basta uma informação parecer interesante, que vão logo compartilhando sem se dar ao trabalho de verificar a fonte.
Agora, resolveram também fazer do wahtsap um canal poderoso de divulgação de supostas revelações. O que eu fico revoltado é que os desavisados vão passando as tais revelações logo que as ouvem numa atitude infantil que revela que ele crê no que acabou de ouvir sem ao menos verificar a fonte!
Quem não já ouviu aquele tipo de áudio em que alguém começa falando em "línguas" e logo depois diz que estava em seu quarto ou coisa desta natureza, e aí ouviu um estrondo ou viu um clarão e depois foi levado a algum lugar e pasmem: o conteúdo é sempre o mesmo: uma crise sobre o Brasil e os culpados são quem? Os pastores. Isso, os pastores! Deus vai punir os pastores pela corrupção no Brasil! É brincadeira isso!

Porque não creio na maioria destas revelações:

1. A maioria tem contradições grotescas que não passam pelo crivo da Palavra de Deus;
2. A fonte para mim é fundamental: não sei quem está profetizando ou contando a revelação. Não conheço sua vida enquanto crente, seu pastor, se tem vida de comunhão com uma igreja local, etc. 
3. Não somos guiados por profecias, revelações ou sonhos, somos guiados pela Palavra de Deus;
4. 1 Coríntios 14:29 diz que a profecia deve ser julgada pela igreja. Portanto, a primeira iniciativa de quem recebe um áudio desses, não é ir repassando, mas analisá-lo à luz da Palavra, julgá-lo!
5. Um dos grandes problemas dessas tais revelações é a forma como execram os pastores. Parece que há um interesse em fazer daqueles que velam pelas almas das ovelhas (Hb. 13:17), vilões!
6. A maioria dessas "revelações" são tão óbvias, que dá para se acreditar mais nos prognosticadores da economia internacional! Basta a mídia começar a divulgar alguns podres na política que, pronto, alguns crentes começam a ver uma "nuvem negra" sobre Brasília, começam a ver "homens de paletó atolados numa lama" e por aí vai...
7. As ditas "revelações" tem sempre personagens apocalípticos, uma verdadeira cópia do Livro das Revelações!
8. As "línguas estranhas" são sempre uma forma de induzir a quem ouve de que o que se está falando é de natureza espiritual, transcendental e nada mais!

Enfim, basta fazer uma pesquisa simples e logo se perceberá que a nova geração de crentes não conhece Bíblia. Substituíram a exposição da Palavra de Deus pelos cultos de "maravilhas", pelos encontros de entretenimento, pelas vigílias que tem tudo, menos oração e genuína pregação, e essa gente que mais parece ovelhas  sem pastor (Marcos 6:34), encontram nessas tais revelações a "voz de seu deus". Aí sim, está a culpa dos pastores. Dá ao povo o que "querem" ouvir e não o que "precisam" ouvir!  

Fazendo História em Tempo de Crise